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Entre aspas: Não existe paciência


Pode confiar na mulher que nunca joga fora o xampu quando termina. Porque nunca acha que termina.

São vários potes no box do banheiro. Uma milícia de cheiros. A maior parte com um resto luminoso. Alguns virados para facilitar a saída desesperada da fragrância. Um homem, diante daquela lágrima de cisne, não teria piedade e colocaria no lixo. Não sem razão. É uma sobra simbólica que apenas se mexeria colocando água. Uma massa imóvel, que mal treme. O conteúdo não presta nem para dois enxágues. Para chorar um pouco no pulso, depende de tapas na bunda do pote. Todo xampu velho é um bebê nascendo.

Mas ela não descarta. Pensa que aquilo que não perfuma seus cabelos é ainda capaz de perfumar suas mãos. Permanece com a esperança de que um dia terá uma emergência e ele será útil. Para seus olhos, nada está inteiramente morto, nada está inteiramente esgotado. Contribuem para sua crença as brincadeiras de faz de conta na infância, a sopa de folhas e o refrigerante de terra. Não depende de muito para seguir vivendo, pede um mínimo de realidade; acostumada a sempre completar por sua conta. Não existe paciência, somente fé. Mais da metade de um marido bom é imaginação feminina.

A mulher que não joga o xampu fora não jogará nenhum homem fora. A menos que ele esteja seco por dentro, acabado, sem nenhuma emoção para oferecer, consumido pelo silêncio da esponja. Ela eliminará o sujeito de sua vida após várias tentativas, até se convencer de que ele não rende nem mais espuma. Nem mais passado.

O que me leva a concluir que quem pensa demais não faz, não se arrisca, não se entrega. O pré-requisito é criado para impedir que mudanças aconteçam. É necessário ser imaturo para amar. É necessário ser imaturo para engravidar. É necessário ser imaturo para juntar as tralhas e pertences, construir uma casa em comum, e seguir ameaçado pelo humor do próximo.

Merece o amor quem trabalha por ele, quem sofre por ele, quem não quis ser mais inteligente do que sensível, quem é absolutamente idiota para sacudir um pote de xampu já findo.

Sobre o autor

Fabrício Carpinejar – Nasceu em Caxias do Sul, escritor, jornalista, mestre da literatura brasileira formando pela UFRGS, autor de dezenove livros e poeta. Conheça mais sobre o trabalho do autor no blog.


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Resenha: Anna e o Beijo Francês

Título: Anna e o Beijo Francês
Título Original: Anna and the French Kiss
Autora: Stephanie Perkins
Páginas: 288
Ano: 2011
Editora: Novo Conceito
Pontuação:     

Sabe quando você está naquela fase romântica da sua vida? Pois é. E sabe quando você precisa maximizar todos os sentimentos que você está sentindo? Foi aí que eu resolvi ler o romance “Anna e o Beijo Francês”. Me apaixonei

Anna Oliphant é uma jovem de 17 anos que é obrigada pelos pais a estudar em um colégio interno em Paris. Por incrível que pareça, ela não gostou da ideia e tudo o que deseja é continuar em Atlanta com sua melhor amiga, seu quase namorado e sua família. Não é isso que acontece, é claro, e logo ela está em um avião rumo à cidade luz.

Ao chegar no seu mais novo lar, Anna conhece Meredith, Rashimi, Josh e St. Clair- o garoto mais desejado do colégio. E sua maior decepção acontece ao descobrir que ele tem namorada.

Anna é aquela personagem típica que não percebe quando um garoto está afim dela e fica insegura com relação à vida, mas uma grande parcela da culpa foi do St. Clair. Por que ele tinha que ser tão perfeito assim?

Em várias partes do livro eu precisei parar, me acalmar, respirar e continuar. A história é daqueles romances que você torce a cada momento para que o casal fique junto de uma vez e, quando isso acontece, você vibra como ninguém! 

O livro respondeu a todas as minhas expectativas, elogios e críticas positivas. É o meu livro de amorzinho preferido! Já li umas 4 vezes e não me canso da história. Estou ansiosa para ler mais livros da autora. 

"Mas eu poderia estar confundindo amizade com alguma coisa maior, porque eu queria confundir com alguma coisa maior."


Resenha: As Violetas de Março

Título: As Violetas de Março
Título Original: The Violets of March 
Autora: Sarah Jio
Páginas: 304
Ano: 2013
Editora: Novo Conceito
Pontuação:         


Comprei o livro em uma promoção por R$ 9,90 e deixei dentro da bolsa para alguma emergência. Comecei a ler e não consegui parar. O livro se revelou leve, agradável e relaxante, tudo o que eu precisava naquele momento.

Emily Taylor é uma escritora de sucesso que não está em um bom momento da sua vida. Ela está se divorciando do marido e não consegue escrever uma boa história, a típica crise de inspiração que todo escritor passa em algum momento da vida. Para esquecer os problemas, Emily decide passar um tempo em Bainbridge Island — uma bela e calma ilha, situada próxima a Seattle, onde viveu uma parte da infância e da adolescência.

Na ilha as recordações do seu passado começam a surgir, um antigo namorado cruza seu caminho, e ela conhece o amável Jack, que desperta novas sensações, até então, desconhecidas para ela. Mas é ao encontrar um velho diário, que sua vida realmente muda e segredos até então adormecidos, vêm à tona. 

Um romance com personagens maduros e verossímeis. A sensibilidade com que a autora escreve me conquistou. Não é apenas uma história de amor ou de uma família. Mas sim a história de várias vidas e de como a história de uma pessoa pode influenciar a história de seus descendentes. Infelizmente, não consigo colocar em palavras o quanto o livro me surpreendeu.

Uma leitura leve, simplória, mas cheia de lições de vida pelas entrelinhas.


Deixo-lhe um pensamento, um pensamento sobre o amor que me levou a passar por muitos fracassos: o grande amor perdura ao tempo, à mágoa e a distância. E mesmo quando tudo parece perdido, o verdadeiro amor vive.


Como arrumar um namorado até o fim do ano

Hoje recebi esse infográfico da equipe do blog Conquistar um Homem. Achei um máximo e resolvi compartilhar com vocês. Espero que gostem


Cooooooorre que o ano está acabando!!

OBS: Rayza, será que foi indireta pra nós? 


Entre aspas: Friendzone, um lugar que não existe


Volta e meia aparece alguém nas redes sociais reclamando da tal de friendzone.

Meninos, geralmente.  Meninos não: homens.

Friendzone, o lugar onde as cruéis garotas colocam os rapazes que foram legais com elas e que achavam que, sendo legais, conseguiriam sexo. Ou amor. Ou ambos.

Gente, deixa eu falar uma coisa pra vocês: ninguém escolhe de quem gosta. Ninguém escolhe de quem fica a fim (e eu, particularmente, acho que “afim” tinha que ser junto, só queria fazer esse pequeno manifesto). Acontece. Bate. Ploft. É um conjunto de fatores diferentes para cada pessoa. Química. Tesão. Admiração. Um monte de coisas. E, como estamos carecas de saber, nem sempre é recíproco. Não é porque você acha a mina um tesão e deseja possuir seu corpo que ela vai te querer, desculpe. E ela também não escolheu outro porque você foi “legal demais”. Não existe isso de legal demais. É uma babaquice tremenda achar que mulher gosta de ser maltratada. Não gosta. Ninguém gosta. Nem mulheres, nem homens, nem cangurus, nem gatinhos, nem sapos, nem ninguém. As pessoas podem ter problemas sérios de carência e querer ficar com alguém por isso, mas certamente não é porque estão sendo maltratadas. Pode ser que ela se sinta culpada por algo. Pode ser que ela seja apenas cega e queira porque queira porque queria porque sim ficar com essa pessoa. Amores doentios acontecem com mais frequência do que imaginamos.

Assim como acontece da pessoa que você quer só te achar massa e não te querer.

Acontece.

Acontece todos os dias.

Já aconteceu com todo mundo.

E não há culpados.

Não rolou.

Você quis, ela não.

Paciência.

Acontece.

Quantas, quantas vezes eu já não passei por isso? Perdi as contas.

Eu queria, o cara só me achava legal. Não rolou, ficamos amigos.

Alguém me vê choramingando por isso?

Oquei, talvez eu tenha choramingado um pouco, porque dói, né? Rejeição dói. Mas acontece. A gente aprende a lidar.

Ela gosta de você como amigo. Tem alguma coisa em você que ela gosta, afinal. Só que ficar esperando que isso evolua para algo mais é simplesmente errado. Faz mal pra você, meu caro, viver de migalhas de esperança, e a culpa não é dela se essa for a sua escolha. Se você não quer ser amigo, ora, vou dar uma idéia maluca e selvagem: se afaste. Se o que você queria era amor, ou sexo, ou colinho, ou qualquer coisa dessa natureza e não rolou, e era só isso que você queria, do que é que você está reclamando?

Não quer ser amigo? Não tem assunto com ela? Ela só reclama de outros homens?

Afaste-se.

Cure-se da paixonite.

Você não vai ser o cara do filme que estava “o tempo todo lá” e ela só percebeu no fim. Isso aqui é a vida real. Pode acontecer de amizade evoluir pra algo mais. Pode acontecer de amigos se pegarem. Pode acontecer todo o tipo de coisa. Mas ficar ao lado de alguém que não corresponde às suas expectativas só vai te causar danos.

Então, meninos, por favor, vamos amadurecer um pouquinho, só um pouquinho, e parar de reclamar?

Isso tudo vale pra meninas que foram contaminadas com esse papinho também.

Chega, gente.

Vamos aprender a viver.

Um grande beijo, Tia Clara.


Sobre a autora:


Clara Averbuck, nascida em Porto Alegre em 26 de maio de 1979, escreve para revistas, jornais, internet e é autora de cinco livros. Para ler mais textos da autora acesse o blog.


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Resenha: O Caçador de Pipas

Título: O Caçador de Pipas
Título Original: The Kite Runner
Autor: Khaled Hosseini
Páginas: 368
Ano: 2005
Editora: Nova Fronteira
Pontuação:      


Esse não é meu livro preferido, mas é, sem dúvidas, o melhor livro que li. Antes de começar a ler fiz uma pesquisa básica sobre o Afeganistão, e adivinha? Comecei a ler com uma tensão palpável.

Amir e Hassan são dois amigos, têm a mesma idade e vidas completamente diferentes. A mãe de Amir não resistiu a uma hemorragia durante o seu parto, já a de Hassan fugiu uma semana após dar a luz. Amir nunca pensou em Hassan como um amigo por ele ser um Hazara - povo de origem mongol considerado de uma casta inferior aos Pachtuns, a qual Amir pertencia.

Além das diferenças sociais e étinicas entre eles, os garotos possuíam personalidades bem diferentes. Hassan era incapaz de machucar quem quer que fosse, apesar de sofrer comentários maldosos pela sua aparência, ele é puro e fiel, um personagem tão bem construído que alguns momentos eu só queria abraça-lo. Ele era analfabeto como todos os Hazaras, e entre tantas coisas que faziam juntos, Amir lia para Hassan, sempre com brincadeiras um tanto que maldosas mas foi em uma dessas que Hassan despertou em Amir a vontade de escrever. E era sempre assim, enquanto Hassan era inteiramente fiel e bondoso, Amir era covarde e ciumento, suas mentiras envenenavam a vida de todos ao seu redor.

No inverno de 1975, Amir teve a chance de conquistar seu pai em um campeonato de pipas, mas para isso, ele precisava voltar pra casa com a última pipa do campeonato. Hassan correu atrás da pipa para ajudar seu amigo, no meio do caminho encontrou Assef – um garoto de família rica e que odiava os hazaras. A partir desse dia, a vida dos dois nunca mais foi a mesma...

Essa foi uma das histórias mais reais e impactantes que li. A obra de Khaled Hosseini relata com muitos detalhes o cenário, os sentimentos e os personagens de uma forma brilhante e comovente. Não pude conter as lágrimas durante a leitura.

O Caçador de pipas é o tipo de livro que deveria ser lido e relido por todos. Por ele, eu o faria mil vezes.


Resenha: Um dia

Título: Um Dia
Título Original: One Day
Autor: David Nicholls
Páginas: 416
Ano: 2011
Editora: Intrínseca
Pontuação:           


O que esse livro tinha de tão especial que todos o aclamavam? Era isso que eu precisava descobrir. Sinceramente, não sei como começar a escrever...

Emma Morley e Dexter Mayhew se conhecem na formatura da faculdade, dia 15 de Julho de 1988. Ambos acabam falando sobre o futuro - Enquanto Emma quer mudar o mundo, Dex quer viajar às custa dos pais. A melhor saída para os dois foi se tornarem apenas bons amigos, e o que não era para passar de um dia, se tornou uma grande história de amor...

David Nicholls criou uma história impressionante! Um livro que me envolveu com o enredo e, principalmente, com os personagens. Emma? Ah! Como não torcer para que ela alcance sucesso na vida? E o Dex? Eu passei a metade do livro odiando-o e torcendo para que ele sofresse, mas quando isso acontece tudo o que eu desejei foi que não tivesse acontecido!

Um dia é um romance que não enjoa de ler, pois você se apaixona junto com o livro. Não é um conto de fadas, e nem um romance clichê, é simplesmente uma história de amor e amizade que todos sonham em ter um dia. 


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"O que quer que aconteça amanhã, tivemos o hoje. A não ser se nos encontrarmos no futuro. Não terá problemas. Seremos amigos."






Top 5: Comidas práticas


Esse post seria sobre as piores comidas do mundo, mas vamos celebrar a positividade, né? Por isso, resolvi fazer um top 5 das comidas mais gostas e rápidas de se fazer. Para a nossa alegria, existem várias delas. 


To certo que pipoca não é classificada como comida, mas na hora do sufoco ela quebra um galho, viu? Só quem já passou fome na vida vai entender a importância da pipoca.





 Lasanha industrializada tem um histórico de salvamentos enorme. Minha alimentação é, basicamente, feita disso. E a dos meus amigos que vem comer aqui em casa também.

 Quem nunca? Mas só serve se for congelada! Cortar as batatas não tem como, é muito cansativo, vamos evitar a fadiga! “Troco gente falsa por batata frita”.
Não tem nada pronto em casa e a fome ta falando mais alto, o que você faz? LIGA PRA PIZZARIA! Fala sério se não dá vontade de abraçar o entregador nessas horas? 



Primeiro lugar consagrado em todas as famílias, temos.... O bom e velho miojo! Ele não poderia ficar de fora dessa. O moço está tão famoso que virou até tema de redação do Enem. Fiel companheiro dos preguiçosos de plantão.




Dica para a vida: Faça do micro-ondas seu amigo inseparável!! 


Entre aspas: Tratar bem


"A todos trato muito bem 
sou cordial, educada, quase sensata, 
mas nada me dá mais prazer do que ser a persona non grata 
expulsa do paraíso 
uma mulher sem juízo, que não se comove com nada 
cruel e refinada que não merece ir pro céu, 
uma vilã de novela mas bela, 
e até mesmo culta estranha, 
com tantos amigos e amada, bem vestida e respeitada 
aqui entre nós melhor que ser boazinha é não poder ser imitada."
Martha Medeiros

Sobre a autora:


Martha Medeiros nasceu em Porto Alegre em 20 de agosto de 1961 e é formada em Comunicação Social. É autora dos best-sellers Trem-Bala, Doidas e santas e Feliz por nada. 

Seu romance Divã, lançado pela editora Objetiva, já vendeu mais de 50.000 exemplares e também virou peça de teatro, com Lilia Cabral no papel principal. Martha ainda escreveu um livro infantil chamado Esquisita Como Eu, pela editora Projeto, e o livro de ficção Selma e Sinatra. É colunista dos jornais Zero Hora e O Globo, além de colaborar para outras publicações.

Quer saber acompanhar o trabalho da autora de perto? Acesse.


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Wishlist de aniversário

Estamos na primeira semana de novembro e eu andei vasculhando minhas lojas preferidas pra montar a minha wishlist de aniversário. Como é uma data e$pecial, coloquei mais itens do que deveria na lista, mas sonhar não custa né?


♥ 1 – Avental de Cozinha da Mulher Maravilha da Ideal Shop – Ok, eu sei que não cozinho nada e que quando faço alguma coisa, nem meu cachorro come. Mas eu pretendo mudar isso em 2014, juro. Mas só em 2014...

♥ 2 – Conjunto para Bolo Tramontina da Ricardo Eletro – Viu só como estou empenhada? Se for pra cozinhar, que seja com estilo!

♥ 3 – Um Converse All Star da Passarela – All Star nunca é demais, vamos combinar. Estou querendo esse faz tempo pra minha coleção...


♥ 4 - Instax Mini 7S Instant no Walmart – sou apaixonada por fotos e quero essa câmera instantânea mais do que qualquer outra coisa. Imagina ter minhas fotos reveladas na hora? (suspiros)

♥ 5 – Câmera fotográfica Nikon P520 da Americanas – Como eu já disse que sonhar não custa... (alô família, vaquinha existe!)

♥ 6 – Copo Térmico DC COMICS da Mundo Geek -  Minha lista não podia passar sem um produto geek

♥ 7 – Mochila de andorinhas da C&A – Acho que esse item dispensa comentários, mas só digo uma coisa: Amor a primeira vista existe sim!

♥ 8 – Pendrive do Mickey da Toda Oferta - Minha querida mãe fez o favor de perder o meu pendrive preferido, e agora, estou mandando uma pequena/grande indireta para ela.

♥ 9- Esmaltes hit coleção Malhação da loja Meu Vício – Acho que o mundo conspira contra a compra desses esmaltes. Estou a 2 meses, acredite se quiser,  querendo comprar pelo menos um deles!

♥ 10 – Óculos de sol Cazuza da Chilli Beans – O óculos mais perfeito da coleção, mas não faço tanta questão assim. Se bah eu compro ali no camelô perto de casa. Simples.

♥ 11- Caneca fusca azul da Ideal Shop- Ahhh eu sou uma propagadora da brincadeira do fusca azul! Me apaixonei pela caneca na hora.  

♥ 12 – Box House da Americanas– Minha série preferida no mundo inteiro. Não existe, e nem vai existir, uma melhor. Acho, só acho, que eu deveria ganhar de um certo alguém que também adora a série. Apenas uma suposição.

♥ 13 - Bíblia em ação da Siciliano – A união das minhas coisas preferidas, a palavra de Deus e os quadrinhos!

♥ 14 - Livro: Este mundo tenebroso da Americanas – Um livro que tenho muita curiosidade e pouca coragem para ler.

Ganhar presentes é sempre muito bom, ainda mais o que se deseja. Mas melhor do que ganhar presentes, é ganhar o carinho das pessoas de que se ama.