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Resenhas do mês de Novembro


Primeiramente, eu gostaria de pedir desculpas pela falta de posts aqui. Esse mês  foi corrido. O vestibular é amanhã, as provas finais se aproximam e 24 horas parecem não ser tempo o suficiente para fazer tudo que é preciso. Mas eu prometo que depois que isso passar, tudo vai voltar ao "normal". Afinal, no mês de dezembro nós teremos muitas novidades!
E para você que, como nós, não teve muito tempo para entrar na internet e acabou não acompanhando o blog, eu fiz uma lista das resenhas que foram postadas esse mês.
Anna e o Beijo Francês - Stephanie Perkins
"Mas eu poderia estar confundindo amizade com alguma coisa maior, porque eu queria confundir com alguma coisa maior."
As Violetas de Março - Sarah Jio
"Deixo-lhe um pensamento, um pensamento sobre o amor que me levou a passar por muitos fracassos: o grande amor perdura ao tempo, à mágoa e a distância. E mesmo quando tudo parece perdido, o verdadeiro amor vive."
A Linguagem das Flores - Vanessa Diffenbaugh
"Talvez os indiferentes, os rejeitados, os mal-amados pudessem aprender e dar amor com tanta abundância quanto qualquer outra pessoa." 
O Caçador de Pipas - Khaled Hosseini
"Mas o tempo pode ser uma coisa bem voraz, às vezes se apodera de todos os detalhes só para si mesmo."
Um Dia - David Nicholls
"O que quer que aconteça amanhã, tivemos o hoje. A não ser se nos encontrarmos no futuro. Não terá problemas. Seremos amigos."
O lado bom da vida - Matthew Quick
"O mundo é difícil o suficiente, gente. Ele é laca o batante por si só. Será que ninguém pode dizer: "Ei, vamos ser positivos? Vamos dar um final feliz para história"?"

Espero que gostem. E para quem vai fazer UERJ, UFPR ou UEPB amanhã: Boa sorte. Você consegue!



Resenha: As Violetas de Março

Título: As Violetas de Março
Título Original: The Violets of March 
Autora: Sarah Jio
Páginas: 304
Ano: 2013
Editora: Novo Conceito
Pontuação:         


Comprei o livro em uma promoção por R$ 9,90 e deixei dentro da bolsa para alguma emergência. Comecei a ler e não consegui parar. O livro se revelou leve, agradável e relaxante, tudo o que eu precisava naquele momento.

Emily Taylor é uma escritora de sucesso que não está em um bom momento da sua vida. Ela está se divorciando do marido e não consegue escrever uma boa história, a típica crise de inspiração que todo escritor passa em algum momento da vida. Para esquecer os problemas, Emily decide passar um tempo em Bainbridge Island — uma bela e calma ilha, situada próxima a Seattle, onde viveu uma parte da infância e da adolescência.

Na ilha as recordações do seu passado começam a surgir, um antigo namorado cruza seu caminho, e ela conhece o amável Jack, que desperta novas sensações, até então, desconhecidas para ela. Mas é ao encontrar um velho diário, que sua vida realmente muda e segredos até então adormecidos, vêm à tona. 

Um romance com personagens maduros e verossímeis. A sensibilidade com que a autora escreve me conquistou. Não é apenas uma história de amor ou de uma família. Mas sim a história de várias vidas e de como a história de uma pessoa pode influenciar a história de seus descendentes. Infelizmente, não consigo colocar em palavras o quanto o livro me surpreendeu.

Uma leitura leve, simplória, mas cheia de lições de vida pelas entrelinhas.


Deixo-lhe um pensamento, um pensamento sobre o amor que me levou a passar por muitos fracassos: o grande amor perdura ao tempo, à mágoa e a distância. E mesmo quando tudo parece perdido, o verdadeiro amor vive.